A CURA
'Se queres, podes curar-me.'
-"Sim, eu quero: sê curado."
Será que vais recusar O amor de Jesus amado? É que a cura Ele vem dar Ao que é marginalizado Basta com fé procurar O Caminho proclamado. Tu mesmo queres falar Com Jesus, o Bem Amado? Faze-o de forma a confiar que serás bem confortado. Eis como é bom sempre orar Com amor, para tê-lO ao lado A todo momento, e dar Graças pelo conquistado.
Escrito por idairsantos às 14h40
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EStórias hilariantes de Sumidouro
Publiquei um livreto das estórias hilariantes de Sumidouro, no qual são narradas várias passagens com pessoas e coisas desta cidade, bem pitorescas para momentos de lazer. Aqui, portanto, vai uma delas, só como exemplo:- Sumidouro carecia de condução regular de ônibus para Nova Friburgo, de sorte que o trem, que levava três horas de viagem, era a condução comum. Contou-me o amigo Evando Pinto Alalauna, sabedor de muitas estórias, que o Zequinha Lavourinha foi a Friburgo de trem. Ao chegar em Dona Mariana, à cerca de 890m acima do nível do mar, o trem parava bastante e os passageiros aproveitavam para tomar café com bolinhos que a esposa do agente vendia. Era um dia muito frio e o cafezinho aquecia. O Zequinha, após saborear o lanche, tirou do maço um cigarro e riscou o fósforo para acendê-lo, mas, de tanto frio,o palito depois de aceso congelou-se e ele não conseguiu acender o cigarro... Essa é de dar nó em pingo d'água!
Escrito por idairsantos às 11h53
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A CRUZ
O lenho de que foi feita
A Cruz de meu Salvador,
Pelo cristão foi eleito
Símbolo de puro amor,
Pois foi com este madeiro
Que sofreu o Redendor,
Açoitado o tempo inteiro
Pelas mãos do pecador.
"Eles não sabem o que fazem".
É o que diz o nosso Rei,
Sofrendo, perdoa, - Oh Paí!
Sua mãe está lá, eu sei,
Enquanto osd algozes batem,
Com Jesus sempre estarei!
Escrito por idairsantos às 14h14
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Respingos
Aos meus amigos, leitores e colaboradores informo que o meu livro "Devaneios", agora é encontrado na apelaria Papelote, Vilisau, Nova Friburgo e não mais na Livraria Simões. Na próxima semana estará também à venda "Respingos", meu segundo livro de poesias. Puliquei também o livreto "Estórias hilariantes de Sumidouro", de circulação caseira mas que poderei encaminhar a quem interessar. Apenas estórias para rir.
Escrito por idairsantos às 11h12
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Amigos de Cordeiro
Sou grato aos meus amigos bancários do Banerj-Cordeiro, cidade onde trabalhei por quatro anos. Foi um tempo de muito trabalho, apoiado por uma equipe maravilhosa que não deixava a peteca cair e através dela se batia as metas ditadas pela administração do Banco e, em especial, pela gerência regional sediada em Cantagalo, sob a batuta de Robertinho Mussi. Além de minhas amizades na agência também colecionei vários amigos clientes, fiéis colaboradores. Foi um tempo de paz, de alegrias, de companheirismo sadio, de respeito mútuo. Tenho saudades! Hoje sou passado, mas presentes estão todos em minha memória.
Escrito por idairsantos às 21h14
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AMAR É...
O que é amar de verdade? É vontade de ficar junto? Não,não é só isso, Nunca foi. O amor transcende o mundo, Não passa porque é verdade, É coisa muito profunda, Só passa à posteridade. E exatamente por isso No âmago ele fica, Como nos corações entrelaçados dos casais bem casados. A mutação dos tempos Não o afeta, mas o completa. É próprio da vida reta!
Escrito por idairsantos às 21h33
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SOBRE RODAS CONHEÇO O MUNDO
Viajando sobre rodas depara-se com surpresas: maravilhas e também modas, ornatos da Natureza!
Pedalando, pedalando, o mundo vou conhecer de bicicleta, espreitando o de bom para se ver.
Quem prefere a bicicleta para andar pelo Brasil, não precisa ser atleta, apenas ser varonil,
Escrito por idairsantos às 21h24
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PASSEIO ECOLÓGICO
Estradas acidentadas Sempre têm bifurcações, Várias vias enfeitadas Com girassóis e pavões.
As flores não são contadas, Muitas são as plantações E as aves variadas Trazem grandes emoções.
As montanhas com picadas Contornam as elevações Chegando a belas estradas Em todas as direções.
As vistas descortinadas Fazem bem aos corações Pelas belezas mostradas, Todas elas sem senões.
Escrito por idairsantos às 20h54
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O VIVER
Eu acho que todos devem saber quanto de sadio tem numa vida quando vivida com todo prazer, dando graças a Deus a cada dia.
Se as pegadas se assentarem no dever, esta caminhada muito irradia. Para tanto, basta você querer somente construir com alegria.
A vida pois, não é alegoria, porém grande dádiva ao nosso ser para aproveitá-la como uma via
Tão bastante para quem quer viver sob as graças Daquele que nos guia, que sobre nós exerce o Seu poder.
Escrito por idairsantos às 21h11
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OS EXCLUÍDOS
(artigo artigo e publicado em 31.03.95)
A exclusão social de tantos irmãos, de famílias e famílias no mundo atual é alarmante, é degradante. Os excluídos clamam ao povo, aos governos, aos partidos políticos, ao clero, às associações científicas, corporativistas, religiosas e esportivas para que todos, numa união fraterna, enfrentem com denodo esse verdadeiro "apartheid" social em que até os direitos de cidadania lhes são negados. Onde se perde tais direitos não se pode falar em questões essenciais de ajustamento fiscal para locupletamento do erário, porque o essencial é o social. Os políticos aumentam seus próprios vencimentos, somadas, ainda, as vantagens de locomoção aérea gratuita, correio gratuito, apartamentos pagos pelo povo, mordomias, guloseimas e festanças,enquanto o excluído tem (quanto tem) um salário mínimo e não tem casa para morar porque o aluguel é caro, vive em locas, debaixo de pontes, em casebres de tábua, lata, sapé e folhas de palmeiras, às vezes sem fogão e sem o pão de cada dia. Entendemos que qualquer tema social tem que ser participativo, deve alcançar todos, especialmente aqueles a quem esse mesmo excluído delegou poderes com o seu voto, voto às vezes trocado por um saco de cimento ou por uns quilos de mantimentos. O eleito com o voto do excluído, passa a excluí-lo até de um cumprimento: é lamentável que a humanidade esteja tão dominada pelo "ego", pela centralização das ações em benefício de tão poucos, enquanto muitos estão à mercê até mesmo de um carinho, de um sorriso, de um "papo" informal. O excluído, o faminto, é um ser que se contenta com pouco e esse pouco é como um seu patrimônio, ao qual a sociedade deve acrescentar, além do calor humano, um pouco de alimento, de educação, de atendimento à sua saúde, de roupa para cobrir o nú, para que, com esse mínimo, possa viver como um ser que é filho de Deus. "Deixai vir a MIM os famintos porque serão saciados." Famintos da Justiça, de amor, de água viva, de pão que alimenta, encontrados no Senhor, em quem não se encontra e não se sente diferença de raça e de cor.Em nome de Cristo devemos amar e servir para nutrir o homem na esperança de um mundo melhor. "Não podemos deixar esquecida nesta vida a dor que o pobre padece." O excluído não é só o pobre, o mendigo, mas todos os privados dos direitos básicos. São os que moram debaixo da ponte, os meninos de rua, são os filhos da alienação cultural, do colonianismo, são os traficantes, o drogado, o aidético, o migrante, o marginal. Será o detento um excluído? Sim, é. A ação que praticou, que o excluiu, pode ter sido conseqüência da omissão desta sociedade egocentrista que marginaliza, que não socorre. De governo a governado, de milionário a plebeu, o mundo só conheceu e conhece o monte-mor, ninguém reparte o pão e por isso o excluído não recebe o seu quinhão, então a vida passa para ele sem conhecer a solidariedade, a compreensão, a caridade. Só que todos somos responsáveis pela causa da exclusão, pela criança abandonada, pelo mendigo, pelo ancião. Preocupa-nos como se inicia, em alguns casos, a exclusão: a transição conceitual da família que, estabilizada por moldes tradicionais, entrou, nas últimas décadas, a experimentar trepidantes mutações, com o declínio da militância religiosa, distanciamento dos elos afetivos do grupo familiar, desrespeito recíproco, acrescentando a isso os malefícios sócio-econômicos lesivos à família de menor capacidade para manter-se ou simplesmente sobreviver. Quantos são os filhos que abandonam seus pais na velhice, na doença, na hora do infortúnio? Quantos e quantas são responsáveis pelo abandono de crianças? Quantas são as praticantes de aborto que excluem o filho que não pediu para vir ao mundo? Quantos são os que negam o auxílio a um mendigo que vem bater à sua porta? Sabem que Deus também bate à nossa porta, num mendigo? A quem servimos quando partimos o pão do amor? A quem acolhemos, a quem amparamos? Sim, pensemos nessa verdade: esquecemos de praticar o amor, o amor que vem de Deus, o amor que é Deus. Que o Corpo e Sangue do Senhor nos animem, sustentem a nossa missão na prática do amor e da caridade para colhermos os excluídos, tornando-os de fato irmãos em Cristo, filhos de Deus! Filhos de Deus! Pode ser filho de Deus aquele que exclui? Não deveria ser,mas o é, só que a ação do filho será cobrada pelo Cristo, que é Deus. E então, talvez tarde, como desculpa pela exclusão de tantos, perguntemos: Eras tu, Senhor, então, indigente a clamar, mendigando pelo pão que sobeja em nosso lar? Eras tu, Senhor? Nós nada fazemos, enquanto tu, Senhor, convida os excluídos do mundo a serem os preferidos do Teu Reino! Que máxima, onde tudo se encerra: o Teu Reino! Como Cristo vence, Cristo reina, Cristo impera e Ele é o Caminho, o Alimento, a Vida, por que não praticamos o amor, a caridade? A não exclusão é amor: o socorro ao excluído é caridade, é dever. Se não buscas a teu irmão excluído, como buscar a teu Deus? Para buscar a Deus, devemos amá-lo sobre todas as coisas e amar ao próximo como a nós mesmos.Eu me amo? Eu amo a Deus? E o meu próximo é por mim amado? Neste dito amor, o que dispenso? Amor, amor ou amor que soma, que acalenta, que acolhe, que ajuda, que levanta, que leva ao excluído o meu reconhecimento, o meu desejo de arrancá-lo da exclusão com todas as ações possíveis? Se assim faço, eu e ele, - o excluído - conheceremos a Deus. Todos somos convidados a comer do mesmo pão. O Senhor já pôs a mesa. Vamos trazer a ela o irmão excluído? Trazendo o excluído porque Deus o quer, vamos, com ele, dizer: Senhor, dá-nos a água viva que vai nos saciar? Dá-nos o pão da Vida que vai nos alimentar?
Escrito por idairsantos às 15h20
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O NADA
A não-existência e o nada são, de fato, a mesma coisa, mas de onde tudo surgiu e até o amor emergiu. Um princípio operador fez do nada o esplendor que passou à existência sem limitações, do nada. E formas adquiriu por vontade da eminência, para enfim ser conquistado, assim como o ordenado pelo Grande Criador, o nosso Deus e Senhor!
Escrito por idairsantos às 13h50
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NA TRIBULAÇÃO
(Inspirado no Salmo 140, Heb. 141)
Senhor, eu vos chamo, vinde logo, Escutai minha voz, eu imploro, Com minha oração eu vos invoco, Ponde-me, Senhor, em vosso foco.
Estendo as minhas mãos para vós, Não permitais que eu pratique o mal, Mas tão-só saiba enfrentar os nós E ciladas, sem ódio mortal.
Meu Deus, meu Rei, eu vos louvarei. Se o justo me bate é um favor. Para vós, apenas razarei Para preservar-me de rancor.
Sois como perfume em minha fronte, Sentinela à porta de meus lábios. Que vós sejais, Senhor, minha ponte E guardião da sanha dos fanáticos.
Estendei do alto a Vossa mão, Livrai-me, Senhor, dos mentirosos, Dos falsos, que existem em profusão, Subjugando todos os povos.
Escrito por idairsantos às 20h54
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O SONHO DA ESPOSA
(Cant.5:) Idair, 29.04.04
Ó mais bela das mulheres, O que tem teu bem amado? Não é isto o que tu queres, Ser ele forte e corado?
Imponente como cedro Sem ser porém, encantado, Bem parece ter seu cerne Como um jardim perfumado.
Se este aspecto não te serve, Deves então amoldá-lo, Pois a tudo ele se presta.
De teu sonho, enfim despertas, Vê teu esposo a teu lado, Dom de Deus, não igualado.
Escrito por idairsantos às 20h59
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PERY E CECI
Neste cenário de Pery e Cecy Decantado por José de Alencar Em seu belo romance "O Guarani", Acontece um amor peculiar.
Este bravo e guerreiro índio Pery Com a doce Cecy veio a namorar. Ela, filha de Antônio de Mariz, Meio-irmã de Isabel, moça sem par.
No vale do Paquequer se sucede Este idílio que veio transformar Todos costumes e todas benesses
Existente em tão fidalgo lar. Pery, morador em simples caverna, Converteu-se, para depois casar.
Escrito por idairsantos às 20h51
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ANUNCIANDO "DEVANEIOS"
Aos interessados:O livro "Devaneios", de minha autoria, devidamente registrado na Biblioteca Nacional e no ISBN, tem 148 páginas. Preço R$15,00, mais despesa de remessa. Pedido pelo meu e-mail: idairsantos@bol.com.br, com o endereço completo para a devida remessa, por reembolso postal.O livro também é encontrado na Livraria Simões, Castelinho, em Nova Friburgo. Obrigado.
Escrito por idairsantos às 21h01
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